Só digo uma coisa: Deu muita vontade de aprontar dessas aqui no prédio!
Dica do Peixinho de Tróia
Meu amigo Rapha Mendes do Bobagento é um cara romântico, do tipo que manda flores para sua amada e está sempre atento. Muito atento. Só ele é capaz de encontrar (e postar) num dia dos namorados, algo tão brega que só ajuda a confirmar que o ser humano quando apaixonado fica burro.
Mas meu post da data do ano passado continua valendo sempre!
Gente, há muito tempo que eu não ria tanto com essas manipulações.
Mto bom mesmo, vale a pena conferir todas!
Vale a máxima: cuidado ao ser fotografado.
Dica do N.Intendo
O cara responsável pela capa dessa revista deve ter sido forçado à assistir todos os tenebrosos filmes do Chucky pelo menos umas trocentas vezes, só pode!
Isso explicaria tamanha “inspiração” no desastre…
A menos é claro, que ele estivesse tentando boicotar a revista induzindo os leitores a NÃO ter filhos. Medo.
Sem filhos, sem motivo pra comprar a revista. hauahauahauahaua
Dica da @garotasemfio que achou a pérola no Photoshop Disaster
Fomos convidados para conferir a Hopi Night, uma super festa que rolou no Hopi Hari mas antes da balada começar, claro que as crianças aqui foram brincar nas atrações.
Eu nunca tinha ido ao parque, de cara a gente já curte e começa a se sentir com 12 anos de idade no máximo. Hahaha mas é muito bom! A turma super corajosa que foi comigo (Ado, maridão do Motor S/A e o casal 20 do Haznos Biso e Camilla) mal chegaram e já estavam programando em quais brinquedos íamos e a ordem, já que tínhamos os convites fura-fila (ÓTIMO!). MEDO.
Para começar de forma mais light, fomos ao Rio Bravo. Molhadinho, mas uma delícia mesmo em uma noite fria. Depois o combinado era a montanha russa de madeira Montezum. Medo, nunca gostei de montanhas russas, sempre fiquei tonta, passando mal mas vamos lá né? Afinal haviam milhares de crianças na fila e elas pareciam tão ansiosas e felizes… com o passe fura-fila em mãos lá fomos nós. No caminho eu só pensava: “O que eu tô fazendo aqui? Pq eu vou fazer isso? Tá bom é um desafio, vai lá, coragem“. Tremendo mais que vara verde, sentei e o cinto travou. Não tenho palavras para descrever tudo que passou na minha cabeça naquele momento mas o publicável é: “Agora já era, não tem volta“. Sério, o troço subindo e eu olhando com meio olho esquerdo aberto, todo mundo pequeninho, cada vez mais… fechei antes da primeira queda. De vez em quando abria e pensava, além de termos ainda mais impublicáveis: “Não acaba mais? Até quando vai esse pavor?“. Mas uma hora acaba, para quem tá na fila é rápido, pra quem anda é interminável. Saí tremendo, passando mal e só faltaram as criancinhas me olhando e apontando aos risos: “Medrosa, medrosa!”
Sobrevivi e tentei me enganar dali pra frente: “Se andou naquela coisa, agora anda em tudo né?“. Ahã, convenci todo mundo e fomos no inocente e divertido bate-bate depois de quase inverter os órgãos internos no Ekatomb. Hahahaha
Eis que é decidido encarar a fila da torre Eifel e despencar de cerca de 70 metros de altura. ”Se andou naquela coisa, agora anda em tudo né?” tá. Chegou a nossa vez, era o dia do desafio do medo de altura né? E o negócio subia, subia e quando parecia que ia parar, subia mais. Até a aterrorizante montanha russa já estava pequena. São 4 segundos de queda, mas aqueles 2 segundos parados lá em cima antes disso pareciam eternos…. Mas o bom é que despenca rápido e quando você vê passou. Dali resolvemos relaxar no barco Viking e depois no simulador da Chevrolet. Muito legal, incrível mesmo e o melhor, você está a menos de 1 metro do chão. Uma maravilha, adorei!
Aêeeeee chega a hora da balada! Na tenda o Dj comandou o som entre projeções e performers e uma dança era regra: rebolation. Sério, crianças, famílias todo mundo naquela aritmada falta de coreografia. Uma diversão a parte sem dúvida. Bom, eu sou do tempo que dança tinha a ver com ritmo, musicalidade e era algo bonito de se ver e não angustiante como pessoas a beira de um ataque epilético. Tá bom, tá bom… deve ter gente que dança isso bem mas elas definitivamente não estavam lá. E a “pegação” dos “di menor” hein? Gente! Eu tô velha mesmo, só pode! Fiquei chocada imaginando eles convencendo os pais: “Ai mãe, vai a Cá, a Bi, o Gui, o Beto, o Rô e acaba as 21 e não vendem bedida alcólica é relax“… Ahã, suuuper inocente.
O mundo mudou mas mesmo tendo me desafiado eu continuo com medo de montanha russa. Pelo menos fui e curti demais o evento! Obrigada pelo convite!
Especial aos fãs.
Dica do “Rodrigo/Rodolfo” Castrezana Hahahaa