João Kadela e grupo Kanil merecem o sucesso.
Uma singela homenagem ao nosso amigo Nhock do Haznos.
Olhe os gráficos e descubra qual é a música. Uma idéia simples e que funciona! (Como a maioria das boas idéias).
Achei muito bacana! Dica do Doug Leonardo
Vocês podem não estar ligando o nome a pessoa, mas sem dúvida foram atingidos pela sua música, querendo ou não.
Zezinho Correa, a voz do hit ” bate forte o tambor“, do grupo Carrapicho, foi a mais recente vítima da reação popular no Orkut.
A brincadeira proposta pelos meninos do Haznos, já rendeu até agora mais de 58 páginas de recados no Orkut de Zezinho.
Ele já deve estar pensando em montar a tal fábrica de biquinis de coco.
Jamais duvidem do poder de vocês leitores!
Se houvesse uma trilha que pudesse precaver a pobre Jennifer Aniston da situação iminente, seria essa. Mas a pérola ainda não havia sido composta.
Lembram do Rodney Dy (Vai pamonha… vai cural)? Pois é, juntou-se a Dani Brinks e eis o hit:
Vai bombar.
Tem coisas na vida, que só a Flávia Durante twitta pra você.
Pois então: é viral? é real?
Direto “dos estúdios” Ah! Tri Né!/Haznos Corporation
O que Journey, James Blunt, Alicia Keys, Mika, A-Ha e mais 31 artistas tem em comum? Músicas com os mesmos quatro acordes. É sério! Diversos sucessos internacionais, dos mais variados ritmos, contam com a mesma fórmula do sucesso.
Esse post saiu no blog da Pix e achei absolutamente fantástico. Ok, quem toca sabe que meia dúzia de acordes fazem qualquer rodinha de amigos cantar a noite inteira. Mas esse não é meu caso, então fiquei surpresa.
Essa é para você se dar conta: “nossa eu gosto de várias dessas”
O Ênio me passou por msn, ele viu no blog da Marina W que viu na Suzi. Achei tão fantástico e por concordar com cada linha, segue o “repost”.
O cara desce na estação do metrô vestindo jeans, camiseta e boné, encosta-se próximo à entrada, tira o violino da caixa e começa a tocar com entusiasmo para a multidão que passa por ali, bem na hora do rush matinal.
Durante os 45 minutos que tocou, foi praticamente ignorado pelos passantes, ninguém sabia, mas o músico era Joshua Bell, um dos maiores violinistas do mundo, executando peças musicais consagradas num instrumento raríssimo, um Stradivarius de 1713, estimado em mais de 3 milhões de dólares.
Alguns dias antes Bell havia tocado no Symphony Hall de Boston, onde os melhores lugares custam a bagatela de 1000 dólares. A experiência, gravada em vídeo, mostra homens e mulheres de andar ligeiro, copo de café na mão, celular no ouvido, crachá balançando no pescoço, indiferentes ao som do violino.
A iniciativa realizada pelo jornal The Washington Post era a de lançar um debate sobre valor, contexto e arte.
A conclusão: estamos acostumados a dar valor às coisas quando estão num contexto. Bell era uma obra de arte sem moldura. Um artefato de luxo sem etiqueta de grife.
Genial!
Isso aí galera, sexta-feira, aquela coisa toda…. Taca la petaca!