Em 2009 já tinha falado do assunto mas na época os coletores menstruais só estavam disponíveis no exterior.
Algum tempo atrás recebi o lançamento nacional, o Miss Cup e antes de escrever quis experimentar e contar para vocês a experiência. Antes vamos a um resuminho:
O que é? Um coletor menstrual interno feito em silicone medicinal (hipoalergênico)
Quais as vantagens? Durante a vida fértil, nós mulheres, consumimos quase 10 mil tampões internos, mais ou menos 100 quilos de lixo. Você pode usar por até 12 horas e depois basta retirar, enxaguar e recolocar. Pode-se usar pela noite, na prática de esportes na água e retém até mesmo os fluxos mais intensos. A durabilidade do produto é longa, você não vai precisar se preocupar com absorventes tão cedo. Você tem 2 opções de tamanho, consulte o mais adequado para você.
Minha opinião: Pode paracer estranho num primeiro momento, mas assim como os absorventes internos de algodão, logo você pega o jeito para colocar. Particularmente, não recomendo pra quem não conhece seu corpo, suas curvas internas. Se você conhece, sorte sua! Pode ficar até 12 horas sem se preocupar.
Fiquem tranquilas que não vaza se colocado direitinho. De forma alguma é nojenta a limpeza, sei que algumas pensaram nisso. Basta apertar a base e virar um pouquinho para facilitar a entrada de ar, retirar com calma, enxaguar com água e sabão e recolocar. Simples assim.
Acredito que tem tudo para pegar por aqui também: fácil, ecológico e prático de levar por aí.
Vocês já experimentaram? O que acharam?
Antes de mais nada, não quero que este texto inflame ainda mais a guerra entre os fãs da Apple e do Android. Este post é um simples relato de uma experiência minha e não tem a menor intenção de fazer uma propaganda ou queixa a um determinado sistema operacional.
Como a maioria dos meus amigos sabem, tenho alguns produtos da Apple, como um MacBook White, um iPad e… um iPhone 3GS. Acontece que com o passar do tempo, eu vinha sentindo a necessidade de trocar o aparelho por um mais avançado. Precisava de um gadget mais rápido, com uma câmera melhor, etc. Enfim, coisas de geek.
No final do ano passado, tomei uma decisão de comprar o novo iPhone 4S. Como não conhecia ninguém que me trouxesse o bichinho do exterior, resolvi esperar o lançamento no Brasil. Para minha total surpresa, a Apple (como diz a minha mana, Dani Koetz) resolveu sambar na cara dos brasileiros, cobrando preços totalmente absurdos, maiores até do que o praticado pelas operadoras.
E agora? O que fazer? Afinal de contas, queria me dar um presentinho de final de ano, já que 2011 foi bastante complicado pra mim. Mas não estava afim de pagar por um preço tão salgado.
Foi então que a Dani me apresentou ao seu novo bebê: um Samsung Galaxy SII. A propaganda foi tanta, que não resisti: resolvi comprar o telefone para comprovar se todos os adjetivos dela estavam certos. E não é que estavam!!!
A primeira coisa que chama a atenção no aparelho é o seu tamanho, graças a sua tela de 4.27 polegadas. O mais impressionante é que mesmo com esse tamanho, o Galaxy SII é muito leve e não chama a atenção se você costuma carregar o celular no bolso da calça. Ele também vem com Android 2.3, um processador Dual Core de 1.2 Ghz (os aplicativos abrem muito rapidamente), uma câmera traseira de 8 MP e um frontal, de 2 MP. Aliás, estou babando pela qualidade das fotos tiradas com o aparelho.
Nunca tinha fuçado num Android. Pensei que o sistema ia ser complicado. Mas não é. A interface é muito amigável e existem ótimas opções de aplicativos no Android Market.
A única ressalva, fica por conta da bateria. O Galaxy continua sofrendo do mesmo mal dos telefones com tela touch screen: se você usa muito o telefone, acostume-se a carregar a bateria todos os dias. Algo que já fazia com o iPhone 3GS. Não adianta. Se você quer alta performance de bateria, compre um com teclado QWERTY.
Mas mesmo com essa questão da bateria, estou adorando o telefone e recomendo. Não que eu tenho desistido do iPhone ou coisa do tipo. Quero deixar bem claro: ambos são ótimos telefones. O meu objetivo com este texto é mostrar que existem outras opções no mercado. E você não é obrigado a comprar uma determinada marca. Continuo usando o meu bom e velho 3GS e se os preços do 4S ou do futuro iPhone 5 estiverem mais de acordo com a nossa realidade, não tenha dúvidas que vou comprar o aparelho.
Esses dias, escutei um comentário da Bia Kunze (a Garota sem Fio) que caiu como uma luva com o que penso a respeito dessa história dos preços do iPhone: Não adianta fazer campanha na internet para a Apple baixar os preços, não adianta fazer abaixo-assinado. Isso não vai adiantar nada. As desculpas serão sempre as mesmas: Impostos e etc. Não gostou do preço? Não compre! Pesquise outras opções.
Desculpem pelo texto comprido. Mas era uma opinião que precisava compartilhar com vocês.
Você sabia que o Brasil é um dos países líderes em crimes virtuais no mundo? Segundo levantamentos, já são 220 mil vírus circulando no país e a cada 39 segundos, um hacker ataca um computador. Pretendendo acabar com esta preocupante realidade, surgiu o Movimento Brasil sem Vírus, encabeçados pelo TechTudo, canal de tecnologia da Globo.com, e do Comitê para Democratização da Informática (CDI). O objetivo da ação é diminuir o número de infecção de computadores no país.
Participar do movimento é simples. É só entrar no site www.brasilsemvirus.com.br e baixar gratuitamente um aplicativo, composto de Antivírus, Anti-Spyware e Firewal, válido por 90 dias. O site também apresenta outras opções de programas gratuitos para você instalar no seu computador. Aqueles que já possuem antivírus também poderão participar, escolhendo a opção “Seja um voluntário” e espalhar o movimento para seus amigos e familiares.
No sábado, dia 4 de fevereiro, o Brasil sem Vírus irá realizar uma ação no Copan, um dos cartões postais de São Paulo e maior edifício da América Latina. Voluntários farão uma visita nos apartamentos para instalar antivírus nos cerca de 580 computadores que existem no local.
Faça como a equipe do Ah! Tri Né! e participe desta campanha!
O pessoal chegou aqui em casa para me apresentar o novo monitor da Samsung e fiquei pasma.
Melhor do que ficar escrevendo é vocês perceberem no vídeo as minhas reações, as do Piteel e tirarem suas próprias conclusões. (Participações mais do que especiais do @nascii e da Aisha. Toddy, Lucky e Dulce ficaram tímidos… Hehehe)
A família Samsung só aumenta aqui em casa e se continuar assim, em breve, pelo meu Galaxy S2 ou minha TV, vou poder controlar a máquina de lavar. Que tal a ideia heim Samsung?
Sério: Tô além do apaixonada por essa TV/Monitor ou esse Monitor/ TV. Surreal!!!
Olha só o que esse único aparelho oferece:
Integra funções como Smart Hub, AllShare, ConnectShare e imagem-em-imagem com Ultra Clear Panel e Photo Accuracy 100%, para uma experiência mais envolvente. Além disso, o TA950 apresenta a tecnologia 3D HyperReal Engine e Conversor 3D que leva a experiência 3D com conectividade ilimitada num único monitor HDTV.
Quer saber mais? Clique aqui
Todo mundo sabe que eu sou um fã do iPad. Tenho o modelo da primeira geração e não me arrependo da compra. Acontece que além de ser uma mão na roda no nosso dia-a-dia, o aparelho também está sendo muito utilizado em sala de aula, com o objetivo de tornar o ensino mais agradável aos alunos. Recentemente, uma escola de Porto Alegre ganhou destaque, por usar iPad no aprendizado de crianças.
Já existem, na App Store, uma infinidade de aplicativos didáticos e enciclopédias. Um deles é o “The Elements”, um programa de química, que além de mostrar a tabela periódica dos elementos, possibilita a interação com os 118 elementos em 3D. Também é possível ler sobre sua origem, propriedades e história.
Como o aplicativo é pago (US$ 13,99), acabei não instalando, mas resolvi dar uma olhada em algumas telas e imagens do programa. Eis que me deparo com o elemento Cobre, cujo símbolo sempre foi um dos mais fáceis de se memorizar. O interessante é o desenho que escolheram pra acompanhar a descrição do nosso amigo cobre. A figura formada pelos anéis, lembra o nome do símbolo do elemento. Não é mesmo CUrioso?
Visitando o Blog da Vanessa Nunes, me deparei com um vídeo muito interessante que mostra uma ideia de como será, no futuro, o uso de telas sensíveis ao toque. O vídeo foi produzido pela empresa Corning, especializada na fabricação de telas para smartphones.
Se a gente for parar para pensar, este futuro não está tão longe assim.
Hatsune Miku é japonesa. Mas é uma personagem holográfica que se apresenta em shows no Japão. Acompanhada de uma banda real tocando ao vivo, a mangá faz o público cantar e dançar junto suas músicas.
Obviamente, Hatsune Miku é uma animação. E sua voz é 100% produzida por computador utilizando o software Vocaloid. Não é dublagem.
Assista a apresentação de Miku e sua banda em “World is Mine” (cantando em japonês, claro):
Quer dizer que não é mais necessário descobrir um talento musical? Basta criá-lo no computador?
Julio Verne deve estar dando muita risada por aí…
O Sapsaree, uma das três raças típicas da Coreia do Sul, está sendo salvo da extinção pelos esforços de um geneticista.A raça quase desapareceu durante a ocupação japonesa na Coreia do Sul entre os anos de 1910 e 1945, porque os oficiais japoneses usavam o pelo do animal para fazer casacos.
De acordo com o geneticista Ha Ji-Hong, professor da Universidade Nacional Kyungpook, na Coreia do Sul, na década de 80 havia apenas oito cachorrinhos. “A possibilidade do sapsaree ser extinto para sempre foi um choque, e me acordou para o desafio de reviver a raça” afirmou.